domingo, 28 de maio de 2017

Rua Imigrante Casagrande


                                                         







                     História do Bairro Pinheirinho - Criciúma – SC



Fotos da Rua Imigrante Casagrande em Criciúma ano 1971
Origem Família Casagrande
O sobrenome italiano Casagrande é derivado de uma característica natural ou artificial do lugar onde seu portador original viveu ou possuiu terras. Neste caso, CASAGRANDE pode ser considerado um sobrenome composto pelos elementos “casa” e “grande”, que colocados juntos formam o sobrenome, de significado óbvio em português, espanhol e em italiano.
Também podemos interpretar o sobrenome com o significado de alguém que mora próximo ou em uma casa grande. É possível imaginar que o progenitor deste sobrenome fosse o proprietário de terras conhecido em sua comunidade pela grande dimensão de sua residência. Referências a este sobrenome incluem o registro de uma Dominica Casagrande que casou com Giovanni Colle, em Palu, Trento, por volta de 1674. Anna Giovanni Casagrande, Filha de Francesco Casagrande e Maria Fracasso, nascida em Leri Trino, Vercelli, em 20 de dezembro de 1785.
Também se tem notícia do casamento de Sebastiano di Casagrande e Anna Maria Catterina Sietti, em San Salvatore, a 29 de novembro de 1838. Uma família Casagrande está listada entre a nobreza italiana. Um Eugenio Casagrande foi agraciado com uma medalha em 1918 por bravura em batalha.
A família Casagrande de Roma foi enobrecida pelo Rei Victor Emmanuel III em 21 de agôsto de 1922, com o título de Conde. Eminentes portadores do sobrenome Casagrande incluem:
Giuseppe Casagrande, médico do século XVIII, nascido em 1745;
Marco Casagrande, escultor, nascido em 1804;
Alberto Casagrande, filósofo, nascido em 1848.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Rua Imigrante Zaneti






História do Bairro Pinheirinho - Criciúma – SC

Rua Imigrante Zaneti

A retirada dos trilhos do centro da cidade, na década de 1970. esteve ligada a um desejo de modernidade sentido por aqueles que pensavam e dirigiam Criciúma, e que se expressou num ideal de cidade moderna, com grandes avenidas. Todos os indícios da presença da ferrovia na área central foram retirados para a construção da principal avenida de Criciúma, na comunidade do Bairro Pinheirinho com o novo traçado da AV.. primeiramente chamada Axial e atualmente Centenário.Na rua Imigrante Zaneti teve seu traçado modificado.sendo retiradas 03 ou 04 casa. Onde hoje fica a Praça Antonio de Assis Gonçalves conforme foto. A rua Imigrante Zaneti para os moradores da época, ela era conhecida carinhosamente como a rua do Pau Pega. hoje não mais chamada assim.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Rua Imigrante Melher Bairro Pinheirinho.









                              História do Bairro Pinheirinho - Criciúma – SC


Nossa história é contada de muitas maneiras, no passado distantes, os homens pintavam em paredes os acontecimentos de seu dia a dia, depois veio a escrita, que migrou para o papel. Até que, com a chegada da idade moderna surgiram maneiras de mostrar nossa vida através de imagens. Essa é uma foto batida no ano 1971, Pelos Padre Rogacionista na rua João Spiller travessa com Rua Imigrante Melher Bairro Pinheirinho.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Quem já andou com Empresa Pingüim


                                                História do Bairro Pinheirinho - Criciúma – SC

                                 Quem já andou com Empresa Pingüim
No ano de 1960 - portanto há 56 anos - o empresário Auzenir Guimarães Carvalho já havia descoberto o filão do micro transporte, quando fundou a Empresa Pingüim, constituída de cinco kombis, o fantástico veículo utilitário da Volkswagen que transportava até nove pessoas com custos reduzidos para os padrões da época.
Aqui, as pessoas iam e vinham através dos ônibus das empresas de-vidamente autorizadas, pelo governo municipal, para o desempenho de tais funções. A periferia mantinha linhas diárias, em diversos horários, com o centro da cidade e tinham, no largo da estação ferroviária, na Rua Paulus Marcus, os pontos iniciais e finais de embarque/desembarque de seus passageiros. Mas, com todas as linhas, a cobertura do território municipal era deficiente e pedia transporte não convencional.
Durante três anos, as kombis da Pingüim levavam e traziam passageiros da Próspera ao Rio Maina, atendendo também aqueles que residissem na Mina do Mato, no Pinheirinho, na Boa Vista e na Operária.
Funcionava no sistema de circular e não parava.
O dia inteiro e todos os dias estava ali, nas esburacadas e enlameadas estradas da época, uma das kombis da Pingüim, transportando nossa gente.
Depois a empresa foi vendida para terceiros e transformada na Expresso Rio Maina que cobriu o mesmo trajeto com os tradicionais ônibus de nós todos conhecidos.
Hoje o transporte de passageiros com vans - as kombis desapareceram do mercado - é feito especialmente para atender aos alunos matriculados nos educandários do centro urbano da cidade.
No carnaval de 1961 Criciúma cantou, de Osnildo Alano: Canta moçada, faça igual a mim; e na hora de ir pra casa, todos vão de pinguim.
Aquela iniciativa pioneira, de Auzenir Guimarães Carvalho, também faz parte dos 136 anos de história de Criciúma.
E eu retornarei amanhã. Até lá, amigos, e um abraço do meu tamanho.
* Você ouve as Crônicas da Cidade na Rádio Som Maior FM, diariamente, às 10h, às 14h30min e às 21h.
Bibliografia: Criciúma Orgulho de Cidade, Vol. I, 2000, do autor.
 naspolini@engeplus.com.br

sábado, 6 de maio de 2017

Rua: Imigrante Pierini












História do Bairro Pinheirinho - Criciúma – SC

A queda da caixa d’agua - Rua: Imigrante Pierini

A ferrovia foi fundamental para o crescimento do Bairro Pinheirinho,o bairro esta localizado na área Sul da cidade de Criciuma,com a retirada dos trilhos do centro da cidade, na década de 1970.
Com isso também aconteceu a queda da caixa d’agua que abastecia as Locomotivas (Trem) para dar procequimento a av. Centenario dentro do bairro Pinheirinho.





Criciúma – SC

quinta-feira, 4 de maio de 2017

A ESTAÇÃO: do Bairro Pinheirinho Criciúma SC





                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                       História do Bairro Pinheirinho - Criciúma - SC



A ESTAÇÃO: A estação de Araranguá teria sido aberta em 1923 (segundo o Guia Geral das Estradas de Ferro de 1960) como ponta de linha, que foi considerada por algum tempo como a parte final da linha-tronco da EFTC. Essa estação ficava, na verdade, na localidade de nome Barranca, situada na margem esquerda do rio Araranguá e no outro lado dele em relação ao atual município. Porém, segundo Dorval do Nascimento, "o trecho de Criciúma a Araranguá, com 35 quilômetros, foi iniciado em 1921 e arrastou-se até 1927,quando foi inaugurado o transporte de cargas. O transporte de passageiros não começou antes de 1930". Rita de Cassia Costa afirma que este transporte começou a 18 de janeiro de 1927. Portanto, 1923, 1927 e 1930 são dados que conflitam entre si e que não têm uma confirmação segura. Não havia ponte para cruzar de Barranca até a sede de Araranguá. A chegada da ferrovia não mudou isso, mas ajudou a desenvolver um pouco a atrasadíssima comunidade de Barranca. Construíram-se hoteis e o comércio começou a crescer. Uma ponte de madeira, provisória, para ligar a sede a Barranca chegou a ser construída. Uma enchente a levou logo depois e nunca foi reconstruída. Rita de Cassia Costa fala de várias datas e parece misturar dados, não sendo muito clara nas afirmações. Quanto à suspensão do tráfego no trecho, a RFFSA havia conseguido a autorização para a suspensão do tráfego em 05/04/1965 "por motivos de segurança" e
ACIMA: Casas de turma da EFDTC em Araranguá, em 2009 (www.flickr.com/photos/ historiaeconomicadesantacatarina)
em 01/03/1968 o Ministério dos Transportes homologou a autorização para erradicar o trecho (*Relatório "Substituição de Linhas Férreas Antieconômicas"). Mesmo assim, a linha teria seguido operando pelo menos até janeiro de 1970 (*Guia Levi, jan/1970). O trecho entre Pinheirinho e Araranguá foi suprimido oficialmente em 31/10/1970 (*Revista Ferroviária, agosto 2000), mas em 1972 ela, como toda a ferrovia, já não estava mais operando trens de passageiros. Segundo Alcides Goularti Filho, os trilhos foram arrancados em 1969. Outras fontes dizem que na região os trilhos somente foram arrancados depois da enchente de 1974. Portanto, os dados são conflitantes. A estação já foi demolida, mas existem ainda casas de turma no antigo pátio.
(Fontes: Rita de Cassia Raupp Costa: Barranca, o "Coração" de Araranguá, UNESC, 2005; Alcides Goularti Filho: Expandir para Desativar, 2008; Dorval do Nascimento: As Curvas do Trem, UNESC, 2004; Revista Ferroviária, 2000; Relatório: Substituição de Linhas Férreas Antieconômicas, anos 1960; www.flickr.com/photos/historiaeconomica desantacatarina; Guias Levi, 1932-79; Mapa - acervo R. M. Giesbrecht)

A estação, anos 1950. Autor desconhecido Ao lado, a estação de madeira de Araranguá, em Barranca. A foto seria de 1985, segundo Rita de Cassia Costa, mas no mesmo trabalho um entrevistado diz em 1985 que da estação somente restavam os alicerces

sábado, 29 de abril de 2017

Procissão de Corpus Bairro Pinheirinho Criciúma SC


Historia do Bairro Pinheirinho




Procissão de Corpus Christi do ano de 1971.
25 de mai de 1971 - Os Católicos do Bairro Pinheirinho  celebraram o dia de Corpus Christi,
A celebração teve origem em 1243, em Liège, na Bélgica, no século XIII, quando a freira Juliana de Cornion teria tido visões de Cristo demonstrando-lhe desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque.
Em 1264, o Papa Urbano IV através da Bula Papal “Trasnsiturus de hoc mundo”, estendeu a festa para toda a Igreja, pedindo a São Tomás de Aquino que preparasse as leituras e textos litúrgicos que, até hoje, são usados durante a celebração. Compôs o hino “Lauda Sion Salvatorem” (Louva, ó Sião, o Salvador), ainda hoje usado e cantado nas liturgias do dia pelos mais de 400 mil sacerdotes nos cinco continentes.
A procissão com a Hóstia consagrada conduzida em um ostensório é datada de 1274. Foi na época barroca, contudo, que ela se tornou um grande cortejo de ação de graças.

No Brasil
No Brasil, a festa passou a integrar o calendário religioso de Brasília, em 1961, quando uma pequena procissão saiu da Igreja de madeira de Santo Antônio e seguiu até a Igrejinha de Nossa Senhora de Fátima. A tradição de enfeitar as ruas surgiu em Ouro Preto, cidade histórica do interior de Minas Gerais.
A celebração de Corpus Christi consta de uma missa, procissão e adoração ao Santíssimo Sacramento.
A procissão lembra a caminhada do povo de Deus, que é peregrino, em busca da Terra Prometida. No Antigo Testamento esse povo foi alimentado com maná, no deserto. Hoje, ele é alimentado com o próprio Corpo de Cristo.
Durante a Missa o celebrante consagra duas hóstias: uma é consumida e a outra, apresentada aos fiéis para adoração. Essa hóstia permanece no meio da comunidade, como sinal da presença de Cristo vivo no coração de sua Igreja.

Texto: Canção Nova

Matriz em Foco




sexta-feira, 28 de abril de 2017

Escolas Reunidas "Marcos Rovaris"

Historia do Bairro Pinheirinho  Escolas Reunidas "Marcos Rovaris"



       

 História da Instituição
A escola foi criada pelo decreto nº 504 de 05 de fevereiro de 1955, com o nome de Escolas Reunidas "Marcos Rovaris" e funcionou a partir daquele ano com quatro turmas, nas dependências do Bairro da Juventude.
Em 1960, dado ao elevado número de alunos, passou-se para o atual prédio escolar. Neste mesmo ano passou a Grupo Escolar.
Em 1994,começou a funcionar também o curso de Ensino Médio de Educação Geral, em turnos diurnos e noturnos, e a denominação para : Colégio Estadual Coronel Marcos Rovaris.
No ano de 2000, obedecendo a portaria que padronizou a identificação das escolas estaduais, o nome foi alterado para ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA CORONEL MARCOS ROVARIS.

Os alunos da escola têm tido boa participação e vitórias em variadas modalidades esportivas e também, pela qualidade do ensino oferecida, têm conseguido boas colocações no mercado de trabalho e aprovações nos exames vestibulares.

Escola de Educação Básica CORONEL MARCOS ROVARIS 
Rua Cônego Aníbal Maria Di Frância , Nº10 - Pinheirinho, 

Criciúma, SC | CEP: 88804-360

Direção e Secretaria 
Orientação Pedagógica





Raulino Savi


 Historia do Bairro Pinheirinho


      Comerciante do Bairro
Raulino Savi , natural de Pedras Grande. Casado com a Sr.a Luiza Zocche Savi. Ela natural de Nova Veneza, ele comerciante , estalou seu comércio no Bairro Pinheirinho no ano 1957 na rua Cônego Aníbal Maria Di Francia, rua central do Bairro. Aos domingos ele realizava domingueira (Domingo dançante), e durante toda os dias da semana seu estabelecimento funcionava de forma com que as pessoas, depois de um longo dia de trabalho ou reunião se encontravam para falar de políticas, jogar carteados e dominó, também jogavam conversas fora como já dizia o ditado, desculpas para tomarem uma birita. O sr Raulino Savi durante a semana deslocava se com sua carroça de quatro rodas ,meio de transporte da época , para a colônia, onde adquiria produtos coloniais tais como ovos, vassouras, feijão, galinhas entre outras coisas e ao mesmo tempo levava produtos da cidade pra negociar. O sr Raulino Savi chegava ficar de quatro a cinco dias fora, ficando sua esposa e filhos responsáveis pelo seu comercio.
Filhos do Sr Raulino Savi e Luiza Zocche Savi.Ademar Savi, Lorena Savi, Sirleide M. Savi, Otemar Savi,Jusmar Savi, Rita de C, Savi e Osmar Savi.
Criciúma 10-04-2017
Jusmar Savi





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sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Giacomo Bolan

                                        Comércio atacadista do Bairro Pinheirinho 



          Mercado Bolan 

Giacomo Bolan.Casado com Carmela Casagrande Bolan.Veio do Espigão da Toca Municipio de Maracaja SC para o bairro Pinheirinho em 1955. Comprou uma casa do seu Pascoal Meller ,onde havia um armazém de Marcelino José Teixeira,o qual meu pai comprou o mesmo.E continuou o comércio evoluindo para um atacadista onde abastecia pequenos comércios. Tinha 10 filhos um dos quais foi deputado estadual durante 12 anos.Tinha muitos amigos .Foi sócio fundador do Alvorada Clube. Participava dos jogos como bocha e baralhos com amigos na Scan.Ele foi um homem Ético e exemplar para os filhos ,deixando todos bem encaminhado.Faleceu em 1972.





Marlene Bolan
Filha

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

aeroporto Leoberto Leal

                                                   Aeroporto


      
                                     Inauguração do aeroporto Leoberto Leal

Em 30 de junho de 1957, Criciúma tinha enfim seu sonho realizado: aproximadamente 30 mil pessoas, número extremamente expressivo para a época, dirigiram-se para o bairro Pinheirinho, onde seria inaugurado o Aeroporto Municipal, que teria mais tarde o nome de Leoberto Leal, político catarinense, que morrera em acidente aéreo que também vitimou o senador Nereu Ramos e o Governador Jorge Lacerda, em 1957.

Na véspera da Inauguração, no dia 29 de junho, aterrissaram cinco aviões da EVAER, escola de pilotagem da VARIG.

No dia 30, às dez horas, surgiu no horizonte o primeiro avião visitante, também pertencente à Varig, vindo de Porto Alegre, trazendo 36 passageiros. Dois Aviões da FAB - Força Aérea Brasileira - também fizeram parte da festa, e por eles chegaram os bispos Anselmo Pietrulla e Gregório Warmeling, além do Ministro do Interior e Justiça, senador Nereu Ramos, que representava o Presidente Juscelino Kubitscheck.
Segundo registros do antigo aeroporto, no mês de julho de 1957 houve 341 embarques e 215 desembarques, num total de 50 vôos. Diante destes tão expressivo para á época, pode-se perceber a importância da obra para Região Sul.
Anos depois, o Aeroporto Leoberto Leal foi desativado na primeira gestão do prefeito Altair Guidi (1977-1981), sendo construídos naquele local o prédio da prefeitura, o teatro Elias Angeloni, o Ginásio Municipal e obras arquitetônicas.
Na atual escola Eeb Min Jarbas Passarinho. Ficava o saguão do antigo de passageiros do Aeroporto.

Fonte: http://www.camaracriciuma.sc.gov.br/historia-criciuma-ver/inauguracao-do-aeroporto-leoberto-leal-15

Rua Afonso Scavone
Pinheirinho 
Criciúma - SC 
CEP: 88804-420



Rafael Zanette

Fonte:   http://hexacom.com.br/joaobenedet/JoaoBenedet.pdf
                                         

                                     Rafael Zanette


Rafael Zanette Esta empresa, de propriedade de Rafael Zanette, iniciou suas atividades em 1966 com o nome de Casa Zanette. Era uma pequena loja de 80 metros quadrados na Rua Cônego Aníbal Di Francia, número 1325, no bairro Pinheirinho. Os materiais postos à venda eram expostos pendurados no forro da loja, e a entrega das mercadorias, como areia, cimento e tijolos, era feita por carroça com cavalo. Além das vendas, a Casa Zanette também fabricava tanques de cimento para lavar roupas, o que era feito à mão, sem luvas, pela esposa de Rafael Zanette, Ana Salete. Naquela época, só contava com dois empregados. O contador era Francisco Faraco, e no escritório só existia uma máquina de escrever e uma calculadora. As contas eram registradas em um caderno, e esse serviço era feito também por Ana Salete. Em 1969, foi comprada a primeira caminhonete, o que veio facilitar a entrega de material e assim oferecer um melhor atendimento aos seus clientes. Em 1985, a Casa Zanette passou a se denominar Rafael Zanette. Daí em diante, o crescimento da empresa foi sempre constante, tornandose um verdadeiro gigante no segmento de material de construção com clientes em todo o bairro Pinheirinho e em boa parte da cidade. Hoje, esta loja ocupa um espaço de 1.600 metros quadrados e conta com uma variedade de mais de 20 mil itens dentro de sua especialidade. Além disso, dispõe de excelente equipe de funcionários, destacando-se João Batista Pinheiro e Arlindo Ugioni. Ao todo são 40 colaboradores, todos com treinamento permanente. Casal Salete e Rafael Zanette 192 Seus principais fornecedores sempre foram tintas Renner, cimento Votoran, metais Docol, tubos e conexões Tigre e cerâmicas da melhor qualidade, com centenas de variedades, dando oportunidade para a melhor escolha a seus clientes. Pode-se dizer que o sonho do casal Rafael e Ana Salete tornouse realidade. O casal tem três filhos, que, desde os nove anos, começaram a ajudar seus pais na loja. Cléber Realdo e Cláudio Rafael são formados em Administração, e a filha, Ana Cláudia, é formada em Arquitetura. Porém, todos continuaram na empresa e contribuíram na formação de outras lojas do mesmo ramo. O filho mais velho, Cléber, aproveitou o incentivo do Governo Federal e criou uma empresa para construir casas populares. Para isso, contou com a participação de sua esposa, Bibiana Benedet, minha neta. Juntos estão realizando um ótimo trabalho e já entregaram dezenas de moradias, deixando muito felizes seus compradores. A família Zanette, além de cuidar da parte comercial, participa muito da área social e apoia diversos eventos religiosos e esportivos na região do Pinheirinho. Paralelamente, Rafael tem outra paixão, que é a pesca. Construiu uma casa na localidade de Ilhas, próximo ao Morro dos Conventos, onde ele, lá com sua tarrafa, faz ótimas pescarias, dedicando-se um pouco ao lazer e recuperando suas energias de uma semana de trabalho.


História do Bairro Pinheirinho Criciúma SC


Mapa do Bairro Pinheirinho -  Criciúma 




CEIM THEREZA DARIO MILANEZZI

                                                           
                                                 Está foi a primeira escola do Bairro Pinheirnho 


 CEIM THEREZA DARIO MILANEZZI
Endereço: R IMIGRANTE MELLER, S/N - PINHEIRINHO
Telefone: 48 34380216
Criciúma / SC
Escola pública e urbana
ente a Instituição chamava-se SCAN - Sociedade Criciumense de Apoio aos Necessitados- A Instituição funcionou como internato até o ano de 1975, ano este em que os Padres entregaram a Instituição para as forças vivas da comunidade, que reunidas em uma Assembleia formada por vinte e cinco Entidades e Clubes de Serviço elegeram o primeiro Conselho Deliberativo que administra o Bairro da Juventude até os dias atuais.


A ideia de responsabilidade e comprometimento com a busca de soluções para problemas sociais defendida pela direção do Bairro da Juventude encontrou eco no meio empresarial e em toda comunidade criciumense, que alavancou o crescimento de forma simples e objetiva, desenvolvendo potencialidades humanas através da oportunidade e da educação.


O Bairro da Juventude

                                                           
                                                  Bairro da Juventude


O Bairro da Juventude dos Padres Rogacionistas é uma entidade da sociedade civil, criada em 01 de Setembro 1949 por iniciativa do Rotary Club.  Inicialmente chamava-se SCAN – Sociedade Criciumense de Apoio aos Necessitados. Posteriormente, o Bairro da Juventude foi comandado pelos Padres Rogacionistas até ser entregue, em 1975, às mãos da sociedade. Assim, em Assembleia Extraordinária, foi colocado à disposição da comunidade criciumense.


A criação do Bairro da Juventude é a materialização de um sonho que teve início em 1 de setembro de 1949, por uma iniciativa do Rotary Clube. Inicialmente a Instituição chamava-se SCAN - Sociedade Criciumense de Apoio aos Necessitados- A Instituição funcionou como internato até o ano de 1975, ano este em que os Padres entregaram a Instituição para as forças vivas da comunidade, que reunidas em uma Assembleia formada por vinte e cinco Entidades e Clubes de Serviço elegeram o primeiro Conselho Deliberativo que administra o Bairro da Juventude até os dias atuais.

A ideia de responsabilidade e comprometimento com a busca de soluções para problemas sociais defendida pela direção do Bairro da Juventude encontrou eco no meio empresarial e em toda comunidade criciumense, que alavancou o crescimento de forma simples e objetiva, desenvolvendo potencialidades humanas através da oportunidade e da educação.

A criação do Bairro da Juventude é a materialização de um sonho que teve início em 1 de setembro de 1949, por uma iniciativa do Rotary Clube. Inicialmente a Instituição chamava-se SCAN - Sociedade Criciumense de Apoio aos Necessitados- A Instituição funcionou como internato até o ano de 1975, ano este em que os Padres entregaram a Instituição para as forças vivas da comunidade, que reunidas em uma Assembleia formada por vinte e cinco Entidades e Clubes de Serviço elegeram o primeiro Conselho Deliberativo que administra o Bairro da Juventude até os dias atuais.

A ideia de responsabilidade e comprometimento com a busca de soluções para problemas sociais defendida pela direção do Bairro da Juventude encontrou eco no meio empresarial e em toda comunidade criciumense, que alavancou o crescimento de forma simples e objetiva, desenvolvendo potencialidades humanas através da oportunidade e da educação.



A criação do Bairro da Juventude é a materialização de um sonho que teve início em 1 de setembro de 1949, por uma iniciativa do Rotary Clube. Inicialmente a Instituição chamava-se SCAN - Sociedade Criciumense de Apoio aos Necessitados- A Instituição funcionou como internato até o ano de 1975, ano este em que os Padres entregaram a Instituição para as forças vivas da comunidade, que reunidas em uma Assembleia formada por vinte e cinco Entidades e Clubes de Serviço elegeram o primeiro Conselho Deliberativo que administra o Bairro da Juventude até os dias atuais.

A ideia de responsabilidade e comprometimento com a busca de soluções para problemas sociais defendida pela direção do Bairro da Juventude encontrou eco no meio empresarial e em toda comunidade criciumense, que alavancou o crescimento de forma simples e objetiva, desenvolvendo potencialidades humanas através da oportunidade e da educação.

Escola de Educação Básica CORONEL MARCOS ROVARIS





História da Instituição

A escola foi criada pelo decreto nº 504 de 05 de fevereiro de 1955, com o nome de Escolas Reunidas "Marcos Rovaris" e funcionou a partir daquele ano com quatro turmas, nas dependências do Bairro da Juventude.
Em 1960, dado ao elevado número de alunos, passou-se para o atual prédio escolar. Neste mesmo ano passou a Grupo Escolar.
Em 1994,começou a funcionar também o curso de Ensino Médio de Educação Geral, em turnos diurnos e noturnos, e a denominação para : Colégio Estadual Coronel Marcos Rovaris.
No ano de 2000, obedecendo a portaria que padronizou a identificação das escolas estaduais, o nome foi alterado para ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA CORONEL MARCOS ROVARIS.
Os alunos da escola têm tido boa participação e vitórias em variadas modalidades esportivas e também, pela qualidade do ensino oferecida, têm conseguido boas colocações no mercado de trabalho e aprovações nos exames vestibulares. 

Escola de Educação Básica CORONEL MARCOS ROVARIS 
Rua Cônego Aníbal Maria Di Frância , Nº10 - Pinheirinho, 
Criciúma, SC | CEP: 88804-360 
(48) 3403-1277 - Direção e Secretaria 
(48) 3403-1276 - Orientação Pedagógica 

Fucri - Unesc

                       
História do Bairro Pinheirinho  Criciúma  SC


 http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cd003312.pdf
   
Carta-Consulta com vistas ã criação, por v i a do reconhecimento, da UNIVERSIDADE DO EXTREMO SUL-CATARINENSE (UNESC), com sede em Criciúma (SC), a partir das Faculdades Integradas de Criciúma (UNIFACRI), mantidas pela Fundação Educacional de Criciúma (FUCRI).                         


                                                          Fucri   -   Unesc


    Conheça o histórico da Unesc, desde sua criação e homologação.
A Fucri é a mantenedora da primeira escola de nível superior criada no Sul de Santa Catarina. A entidade emergiu de um movimento comunitário regional que culminou com a realização de um seminário de estudos pró-implantação do ensino superior no Sul Catarinense. O evento contou com a participação de educadores, intelectuais, políticos, magistrados, lideranças comunitárias da sociedade civil organizada e imprensa.
A Fucri foi criada pela lei n. 697, de 22 de junho de 1968, com cursos voltados para o Magistério, e, com o crescimento do Sul do Estado, foram criados outros, visando a satisfazer a demanda empresarial. A Fucri sofreu alteração estatutária em 1973 e em 1988, sendo reconhecida de utilidade pública pelo Decreto Federal n. 72454/73, pelo Decreto Estadual n. 4336/69 e pelo Decreto Municipal n. 723/69. A Fucri iniciou suas atividades nas dependências do Colégio Madre Tereza Michel, com o curso pré-vestibular. Em 1971 passou a funcionar na Escola Técnica General Oswaldo Pinto da Veiga - SATC - e, em junho de 1974, mudou para o atual Campus Universitário, localizado no Bairro Universitário, em Criciúma.
Até setembro/91 a Fucri mantinha quatro Unidades de Ensino: A Faciecri, a Esede, a Estec e a Escca. Com o desencadeamento do Processo de Universidade, algumas ações foram executadas. Entre elas, a unificação regimental e a criação da Unifacri - União das Faculdades de Criciúma - resultante da integração das quatro escolas.
Em 24/9/1991, o Conselho Estadual de Educação, pelo parecer 256/91, aprovou o regimento unificado da Unifacri. O processo de transformação da Unifacri em Unesc foi encaminhado ao Conselho Federal de Educação em 1991 e aprovado em agosto de 1992 pelo parecer 435/92 do CFE. Em 1993, face a transferência para o Conselho Estadual de Educação da competência de criação de universidades, o projeto da Unesc foi encaminhado ao CEE, que, em fevereiro de 1993, constituiu a Comissão de Acompanhamento, cuja atribuição era acompanhar o processo de transformação da Unifacri em Unesc.
Em 3 de junho de 1997, o Conselho Estadual da Educação aprova por unanimidade o parecer do Conselheiro Relator e, em sessão plenária, em 17 de junho de 1997, também por unanimidade, aprova definitivamente a transformação em Universidade do Extremo Sul Catarinense - Unesc, que definiu como missão "promover o desenvolvimento regional para melhorar a qualidade do ambiente de vida", tendo a Fucri como sua mantenedora.
Já no em 11 de agosto daquele ano, a Universidade recebeu sua homologação, que equivale à 'certidão de nascimento', assinada pelo secretário de Educação, João Mattos, com a presença do vice-governador José Augusto Hülse. Em 18 de novembro ocorreu a instalação oficial da Unesc, no Teatro Elias Angeloni, com a participação de autoridades, empresários, professores, alunos e funcionários da Instituição.

SATC


                                   História do Bairro Pinheirinho  Criciúma  SC 


    SATC Educação e Tecnologia

Na década de 1950, Criciúma, cidade tipicamente operária, debatia-se com o angustiante problema político social. A situação era grave, principalmente nos meios operários das minas de carvão, pois faltava conscientização e mão-de-obra qualificada, o que comprometia a qualidade de vida e bem estar das pessoas da região.
As empresas produtoras de carvão, sem o necessário apoio do governo, que se limitava a fixar cotas de produção e mercado consumidor, sentiam-se impotentes, podendo oferecer pouco, no sentido de evitar ou ao menos contornar os graves problemas sociais advindos da instabilidade. Preocupados com esta situação, os produtores de carvão realizaram um esforço mútuo para amenizar a realidade atual e criaram um espaço para preparar melhor a mão-de-obra da região, pois acreditavam que assim provocariam mudanças significativas no quadro social do momento.
Assim, no dia 02 de maio de 1959, por iniciativa da Indústria Carbonífera de Santa Catarina, foi criada a SATC, Sociedade de Assistência aos Trabalhadores do Carvão, focada na preparação de mão de obra qualificada e especializada, bem como na assistência social. Em 10 de abril de 1963 inaugurava a Escola Industrial, em parceria com o Senai, iniciando com cursos de aprendizagem industrial. Em 1969 com o nome de Escola Técnica General Osvaldo Pinto da Veiga, iniciaram-se os cursos técnicos, que até hoje suprem as necessidades do mercado por estes profissionais, em todo Estado de Santa Catarina e também no país.
Nos dias atuais, a SATC, agora chamada de Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina, entidade sem fins lucrativos, filantrópica e pertencente ao segmento comunitário, é um braço social da atividade carbonífera, pois o campus de educação e tecnologia da instituição é mantido via contribuição de cerca de um por cento do faturamento das empresas carboníferas da região, além das mensalidades pagas pelos alunos. A qualidade do ensino é comprovada pelas seis mil matrículas que ocorrem a cada ano. Tem por finalidade prestar assistência técnica, educacional, entre outras, para a comunidade em geral. Paralelamente, a Satc presta assistência técnica e educacional a entidades carentes, reforçando seu caráter de social. A entidade oferece ainda atendimento odontológico, técnico de enfermagem, profissional de psicologia e assistência social para todos os alunos e colaboradores.
Desde 1959 a instituição já passou por várias revitalizações. Em 2008, atendendo a uma solicitação de mercado, constituiu um novo organograma, que contempla duas grandes áreas principais: A SATCEDU, composta pela Escola Educacional Técnica Satc (Edutec), Formação Continuada, Faculdade Satc e Pós-graduação e a SATCTEC, com os laboratórios Laec, Laqua, Lametro e Labgeo, Centro Tecnológico de Carvão Limpo (CTCL) e Incubadora.
O campus possui uma área total de 550.000 m2, sendo 36.000 m2 de área construída. Seus 60 laboratórios possuem equipamentos de nível tecnológico avançado. São 85 salas de aula, biblioteca com 40 mil títulos, complexo esportivo com dois ginásios cobertos, dois campos de futebol e pista de atletismo. Possui atualmente cerca de sete mil alunos e 700 colaboradores.
Oferece para colaboradores e alunos uma Unidade de Idiomas (UDISATC), proporcionando o ensino da língua inglesa, italiana e espanhola a baixo custo, complementando a qualificação e sendo um diferencial para a empregabilidade.